Geometria

• Para entender a Geometria de Suspensão considere que a suspensão dianteira do automóvel não é um sistema rígido, mas sim um sistema elástico que é assim construído para absorver os impactos da melhor forma possível. A suspensão de um veículo tem como objetivo absorver irregularidades do terreno, proporcionando conforto ao motorista e aos passageiros. Ocorre que, os pontos de fixação por não serem rígidos e, com a passagem do veículo por buracos, ondulações e irregularidades da pista, deslocam-se, ou seja, perdem a exata localização de sua fixação original.

• Como essa fixação é toda feita através de parafusos ajustáveis, a geometria nada mais é do que uma regulagem desses pontos de fixação, para que as quatro rodas fiquem perfeitamente centralizadas formando um retângulo. Claro que na prática isso é quase impossível de acontecer, pois seria preciso um ajuste muito sensível que as máquinas de geometria não fazem.

• Por isso as montadoras especificam uma certa margem de erro. Todas as medidas são feitas com graus e milímetros, onde são verificados a distância entre-eixos, o cáster (medidas em relação ao eixo imaginário vertical) e o câmber (queda ou convergência das rodas, que é a distância entre a parte superior e a inferior da roda). Vale lembrar que em suspensões não-originais, ou seja, as rebaixadas, a ar e com molas tipo rosca dificilmente atingem os parâmetros especificados.

Elementos que envolvem a Geometria de Suspensão:

Alinhamento
• Convergência
• Divergência
• Caster
• Camber / Cambagem
• KPI ou SAI
• Ângulo Incluso (SAI + Camber)
• Set Back (diferença do axial dos eixos)
• Raio de Giro
• Paralelismo Total

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